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sexta-feira, 19 de julho de 2019


AUGUSTO CARLOS VAZ DE OLIVEIRA



Desembargador Augusto Vaz

Em casa de sua residência, à rua do Hospicio n. 43, falleceu hontem, às 18 ½ horas, victimado por uma neplarite, o illustre sr. Augusto Carlos Vaz de Olivieira, provecto cathedratico de nossa Faculdade de Direito.
A noticia desse tristissimo acontecimento chegou na sociedade desta capital com o mais fundo pezar, dadas as relações distinctas e numerosssima s que mantinha o saudoso extincto, cavalheiro honrado por todos os seus títulos.
Advogado de nota nota, professor de direito, vice-presidente da Santa Casa, em todos esses postos o dr. Augusto Vaz era respeitado e estimadíssimo: era possuidor de raros dotes de intelligencia e grande illustração.
Assim são resumidos os seus dados biographicos:
O dr. Augusto Carlos Vaz de Oliveira nasceu em 20 de maio de 1847.
Filho legitimo de Matheus Vaz de Oliveira e d. Hermelinda de Souza Vaz de Oliveira, formou-se em direito em 1868.
Na magistratura occupou apenas os cargos de promotor publico de Mamanguape e desta cidade, tendo se distinguido sempre pelos seus princípios de rectidão de justiça.
Foi também vereador da Camara Municipal do Recife, no antigo regimen.
Entrando em concursos para lente da Faculdade de Direito do Recife, em 1886, foi classificado em 1º logar, tendo sido seus competidores os illustres professores drs. Adolpho Cirne, Arthur Orlando Gomes Parente e Machado Portela Júnior. Era o decano dos actuaes lentes da Faculdade e vice-director da mesma desde 1893 até 1911, quando foi eleito director para o biênio de 1911 a 1912.
Era a alma da Revista Acadêmica que foi um dos fundadores.
Antigo membro da Santa Casa de Misericordia, era da mesma vice-provedor há longos annos.
Acatado entre seus pares, entre os quaes tinha relevante saliência era o dr. Augusto Vaz possuidor de um coração magnanimo e caritativo.
Casado em 29 de junho de 1872 com a exma. Sra. D. Ignez Marinho Vaz de Oliveira, filha de uma das mais distinctas famílias de Pernambuco, houve de seu consorcio cinco filhos, um dos quaes, o Dr. Oswaldo Vaz já fallecido e d. Maria Rita de Hollanda Cunha, casada com o o Dr. Adolpho Hollanda Cuha, residente no Rio de Janeiro, Augusta Vaz Pereira, casada com o coronel Vicente Riqueto Pereira, agricultor em Ceará Mirim, Rio Grande do Norte, Gasparina Vaz Rocha dos Santos, esposa do dr. Raymundo Rocha dos Santos, magistrado em Manaos e José Marinho Vaz de Oliveira, zeloso funccionario da Recebedoria do Estado.
Deixa doze netos.
Ministrou ao finando os últimos sacramentos da egreja o seu particular amigo padre Theophilo Tworz, director do Collegio Salesiano.
O enterramento terá logar hoje, à tarde, no cemitério de Santo Amaro, sahindo o féretro da casa acima, às 16 ½ horas, havendo carros à disposição na Rua 15 de Novembro.
À exma. Família Vaz de Oliveira apresentamos nossas sentidas condulências.

________
Publicado no Jornal do Recife, Anno LVIII, numero 243, Recife, edição de sabbado, 4 de setembro de 1915, pág. 3.

domingo, 14 de julho de 2019

ANA LIMA PIMENTEL



 Nascida aos 16 de maio de 1882, no Assú e falecida
em Natal, no dia 18 de janeiro de 1918



RIMAS ALEGRES



Dorme minha alma sorrindo
Da esperança no regaço,
E sonha que estão fugindo
Pelo doce azul do espaço
Suas crenças perfumosas,
Como pétalas de rosas.

Não vês dos sonhos na calma
Desabrocharem meus versos?
Eles são as flores da alma
Da lira sutis dispersos!
Quero embalar-te os ouvidos,
Nestes harpejos queridos!

Nunca sofri dissabores,
Não sei se existe amargura,
Passo uma vida de flores,
De moça a vida mais pura.
Me alente o canto das rimas...
Com teu sorriso me animas.

Leio o futuro ridente
Na cor dos olhares teu!
E sei dizer, docemente,
Todos os dias: meu Deus!
Fazei permanente a origem
Dos róseos sonhos da virgem ...

Cerca-me o zelo paterno,
Tenho as maternas carícias,
Do lar ao aconchego terno
Canto venturas, delícias!
São tão formosos e tantos,
De minha vida os encantos...

Creio nas louras quimeras
Filhas diletas do amor;
Minhas gentis primaveras
Da adolescência na flor,
Não me mentem enganosas,
Sim, me sorriem ditosas!

Estas estrofes singelas
Não pensem ser ilusão,
São elas todas estrelas
Do céu do meu coração.
Primor que a vida matiza
E o meu viver sintetiza.

MANOEL TEOTÔNIO FREIRE JÚNIOR


 Poeta, escritor e jornalista norte-riograndense, nascido no Acari,
fundador da Academia de Letras de Pernambucano.



DIVINA VOZ




Se tua voz em Arias cristalina
Soltas, eu ouço um violino.
As notas Gemem, soluçam mil canções ignotas
Que saltitam febris das cordas finas.

Súbito o arco para as peregrinas
Escalas se esvaecem. Como gotas
De luz me vêm, das regiões remotas,
Nuns pizzicatos, duelas mil divinas.

Teus lábios são um violino: canta!
Geme, anseia, soluça e freme...
Deixa Desatar-se esta voz que me quebranta.

E, num desmaio vago de desejos,
Para somente esta sutil indica,
Quando eu fechar-te os lábios com meus beijos.


___________
Publicado no Almanak de Pernambuco para o Anno de 1894, pág. 119.

MANOEL TEOTÔNIO FREIRE JÚNIOR


 Poeta, escritor e jornalista norteriograndense, nascido no Acari,
fundador da Academia de Letras de Pernambucano.

Theotonio Freire falleceu hontem ás 13 ½ horas.
Uma surpresa dolorosa foi a funebre noticia que se lê acima. Todo o Recife intellectual teve o seu momento de pasmo angustioso, porque com Theotonio foi-se um dos nossos mais avantajosos vultos, um talento que não foi feito à custa dos annuncios.
Elle era para os que leem como um desses homens extraordinarios de quem nos approximamos com veneração. Tinha entre nós qualidades raras: era um caracter bem formado e um forte na accepção mais lata do termo.
Anniquilado por uma fatalidade physica, afastado do ruido e das mesquinharias, elle contudo não ficou só. Iam procura-lo as peassas de destaque. Sua casa foi por mutias vezes um ponto de reunião superior, vendo se lá os que comprehendiam o seu grande espirito e a claresa de sua illustração.
Como homem de lettras sua obra é digna. Manejava sua penna no verso com a mesma facilidade com que rendilhava um conto e estendeu-se com sucesso, até ao romance. Jornalista de valor, sua iromia torturou durante certo tempo os homemns influentes, porque Thjeotônio, como de Euclydes da Cunha disse Alberto Rangel, não incesava o poder.
No emtanto era benevolo, principalmente com os iniciados nas lettras. Mas, ultimamente, justamente revoltado com o cabetinismo que prolifera entre nós, escreveu uma chronica, uma sublime chronica, que é carapuça bem ajustada na cabeça de certas pequena intelligencias.
Às vezes, na sua obra, elle phantasia, divagava... O realista tinha seus tons de romantico no temperamento e esse romantismo chocado com a realidade também o tornou um pouco sceptico...
Patriota sem reclames, elle via angustiado o triste destino que parece reservado ao Brasil. O sonhador desejava uma patria inteiriça, propspera, digna. Mas infelizmente o destino não lhe reservou essa ventura.
Mas, o ponto em que elle se mostrava maior era no cuidado de sua familia. Chefe de familia numerosa, pobre, educou bem os seus filhos, justamente acreditados pela nossa sociedade.
Não é no estreito espaço reservado a um necrologio que nunca quizermos traçar, em nota escripta emquanto a penna commovida escorre pelo papel, que se dirá sobre a personalidade superior de Thetonio Freire.
Por isso, ‘A Provincia’, referente, dobra-se ante o tumulo do mestre e condolencia com sinceridade sua distincta familia.
Theotonio Freire nasceu a 6 de outubro de 1865. Diplomado pela Escola  pela Escola Normal, não dedicou, porem, os seus esforços ao magisterio publico.
Casado com a exma. sra. D. Praxedes de Lacerda Freire, deixa de um consorcio venturoso os seguintes filhos: Theotonio Filho, jornalista notavel e homem de lettras; Mario Theotonio e Cesar Theotonio, auxiliares da Standard Oil Company, as senhorias Laura e Esther Freire, esta noiva do sr. Carlos Maia; Maria Helena e Helana Maria e d. Noemi Lacerda, esposa do sr. Jorge Lacerda.
Deixou publicadas as seguintes obras: ‘Republica’, poemeto; ‘Patria Nova’, em collaboração com França Pereira; Ritonellos Lyricos, versos; ‘Passionario e Regina’, romances; ‘Flammulas’, contos; De Relance, estudos críticos; ‘Bronze de Coryntho’, poemeto, além de trabalhos esparsos pelos jornaes e em revistas.
Ultimamente collaborava no ‘Jornal do Recife’.
O enterramento do notavel extincto terá logar hoje, às 14 horas, saindo o feretro de sua residência à rua do Riachuelo 39, onde se verifiou o obito”.

______________
Publicado no Jornal ‘A Provincia’, Anno XL, n. 82, Recife, edição de domingo, 25 de março de 1917, pág. 2.

ÁLVARO BARBALHO UCHOA CAVALCANTI




O sopro gélido o implacavel da morte arrebatou a nossa sociedade mais uma preciosa existência.
Falleceu, hontem às 5 ½ horas da manhã, o ministro do Supremo Tribunal de Justiça honorário Álvaro Barbalho Uchôa Cavalcante, em sua residência em Parnamerim, victima de lesão cardíaca.
Cidadão dos mais distinctos deste Estado e membro de uma das mais importantes famílias pernambucanas, conquistou o illustre finado desde a sua mocidade pelo seu merecimento a consideração e a estima publica.
Dedicado aos interesses da sociedade e da pátria salientou se em toda a sua vida pelo seu esforço em benefício do progresso e adiantamento nacional.
Espirito salutar e propenso as boas causa, robusteado por uma intelligencia extensamente illustrada, caracterisava-se por certa altivez indomável que o impedia de sujeitar-se passivamente ao principio de ordem e disciplina partidária.
Dotado de bons sentimentos, de um caracter correcto, franco e expansivo, de um natural insinuante e attrahente que o tornava assaz sympathisado, querido mesmo por aquelles de quem se approximava e consigo travavam conhecimento.
Modesto, despretencioso, mesmo collorado nas mais elevadas posições, era accessível a todos que o procuravam e propenso a esforçar-se pelo bem estar de quantos recorriam ao seu prestigio.
Esse predicados attrahiram-lhe geral apreço dos seus conterrâneos, recebendo manifestações elegantes desde o inicio de sua vida publica.
Formado em 1838, na Academia de Olinda com pouco mais de 20 annos, pois seus nascimento foi a 30 de Novembro de 1818, nesta província, tendo como estudante grangeado um nome respeitável entre os seus mestres e collegas, dedicou-se a carreira de magistratura para a qual mostrava decidida vocação, sendo nomeado a 26 de Setembro de 1839 prefeito da comarca do Rio Formoso e juiz de direito da mesma comarca a 7 de Dezembro de 1840.
Dahi foi removido para a de Flores a 19 de abril de 1844 e depois para a de Limoeiro em 18 de Agosto de 1847.
O seu procedimento como juiz e cidadão foi de tal modo digno e tanto se impoz ao respeito e apreço da população dessa comarca e da então provincia, que filiado ao partido conservador, o Dr. Alvaro Uchôa gosava já naquelle tempo de prestigio político e de uma certa preponderância nos conselhos de seu partido, tendo sido honrado com a eleição de deputado provincial e geral.
Da comarca de Limoeiro foi removido para a vara dos Feitos da Fazenda desta capital e promovido a dezembargador do Tribunal da Relação respectiva em 29 de Outubro de 1861.
Honesto, imparcial e justo, não deixou contaminar pela influencia partidária o seu caracter de magistrado e deixou a mais honrosa tradicção no diversos cargos de judicatura, posições honrosas na sua vida irreprehensivel de juiz.
Político, teve no seu longo tirocínio as mais explendidas demonstrações da confiança do seu partido e dos seus concidadões, expressada em innumeras eleicções em que o seu nome foi sempre victoriosamente sufrragado.
Como deputado a Assembléa Legislativa fez parte da 3ª, 4ª, 5ª, 6ª e 9ª legislaturas de 1840 a 1847, de 1852 a 1853 e sendo lhe confiado o mandato de representante da provincia na Camara temporária nas legislaturas  5ª, 8ª, 11ª e 14ª, de 1843 a 1844, de 1850 a 1852, de 1862 a 1863, de 1869 a 1872.
Por carta Imperial de 4 de abril de 1872 foi escolhido senador do império e logo depois aposentado do cargo de dezembargador com as honras de ministro do Supremo Tribunal de Justiça.
Membro do instituto Histórico o Geographico do Rio de Janeiro e de diversas outras sociedades litterarias e scientificas, era cavalheiro da ordem de Christo e Official da da Rosa.
Casou-se a 27 de Outubro de 1838 com Exma. Sra. D. Anna Rita Mauricio Wanderley, fallecida em 1883.
Deste consórcio teve 18 filhos, dos quaes existem somente 11.
Pae do familia exemplar, teve a felicidade de educar sua prole nos principios os mais sãos.
Parlamentar, não era dos mais assíduos na tribuna, porem quando fallava os seus discursos primavam pela firmeza do critério, elevação das ideas e profundeza com que discutia os mais importantes assumptos.
Foi uma perda muito sensível para o paiz e que lamentamos sinceramente.

Publicado, inicialmente, n’A Província’, e posteriormente transcrito pelo jornal ‘A Epocha’, Anno I, num. 99, Recife, edição de sabbado, 21 de dezembro de 1889, pág. 2.

domingo, 14 de outubro de 2018

MUNICÍPIOS DO ESTADO DA PARAÍBA

RELAÇÃO DOS MUNICÍPIOS COM RESPECTIVAS LEIS E DATAS DE CRIAÇÃO
Nº DE ORDEM
Nº DA LEI
MUNICÍPIO
PUBLICAÇÃO/CRIAÇÃO
1
2.163
ÁGUA BRANCA
24/09/1959
2
2.669
AGUIAR
23/12/1961
3
129
ALAGOA GRANDE
26/07/1865
4
215
ALAGOA NOVA
10/11/1904
5
979
ALAGOINHA
06/12/1953
6
5.926
ALCANTIL
05/05/1994
7
5.928
ALGODÃO DE JANDAÍRA
05/05/1994
8
2.063
ALHANDRA
06/05/1959
9
5.894
AMPARO
05/05/1994
10
5.896
APARECIDA
05/05/1994
11
2.147
ARAÇAGÍ
24/07/1959
12
2.602
ARARA
08/12/1961
13
616
ARARUNA
10/07/1876
14
2
AREIA
18/05/1846
15
5.923
AREIA DE BARAÚNA
05/05/1994
16
2.606
AREIAL
22/12/1961
17
980
AROEIRAS
10/12/1953
18
5.895
ASSUNÇÃO
05/05/1994
19
2.748
BAÍA DA TRAIÇÃO
13/12/1832
20
690
BANANEIRAS
16/10/1879
21
5.899
BARAÚNA
05/05/1994
22
2.108
BARRA DE SANTA ROSA
10/05/1959
23
5.925
BARRA DE SANTANA
05/05/1994
24
2.623
BARRA DE SÃO MIGUEL
19/01/1962
25
2.148
BAYEUX
29/07/1959
26
1.752
BELÉM
13/09/1957
27
2.674
BELÉM DO BREJO DO CRUZ
24/12/1961
28
5.929
BERNARDINO BATISTA
05/05/1994
29
2.605
BOA VENTURA
07/12/1961
30
5.884
BOA VISTA
05/05/1994
31
3.096
BOM JESUS
06/11/1963
32
3.049
BOM SUCESSO
17/06/1963
33
1.164
BONITO DE SANTA FÉ
15/11/1938
34
2.078
BOQUEIRÃO
10/05/1959
35
2.681
BOQUEIRÃO DOS COCHOS / IGARACY
24/12/1961
36
2.133
BORBOREMA
19/05/1959
37
727
BREJO DO CRUZ
08/10/1881
38
3.320
BREJO DOS SANTOS
04/06/1965
39
3.130
CAAPORÃ
12/01/1964
40
11
CABACEIRAS
04/06/1835
41
1.631
CABEDELO
16/12/1956
42
2.688
CACHOEIRA DOS ÍNDIOS
27/12/1961
43
2.689
CACIMBA DE AREIA
27/12/1961
44
2.138
CACIMBA DE DENTRO
06/06/1959
45
5.905
CACIMBAS
05/05/1994
46
309
CAIÇARA
07/11/1908
47
92
CAJAZEIRAS
23/11/1863
48
5.898
CAJAZEIRINHAS
05/05/1994
49
3.255
CALDAS BRANDÃO
13/01/1965
50
2.617
CAMALAÚ
13/12/1961
51
137
CAMPINA GRANDE
11/10/1864
52
2.046
CAMPO DE SANTANA
23/04/1959
53
5.917
CAPIM
05/05/1994
54
5.932
CARAÚBAS
05/05/1994
55
2.612
CARRAPATEIRA
12/12/1961
56
5.922
CASSERENGUE
05/05/1994
57
2.144
CATINGUEIRA
17/07/1959
58
5
CATOLÉ DO ROCHA
26/05/1835
59
5.900
CATURITÉ
05/05/1994
60
3.169
CONCEIÇÃO
10/05/1964
61
2.627
CONDADO
19/12/1961
62
3.107
CONDE
19/11/1963
63
2.064
CONGO
28/04/1959
64
1.005
COREMAS
04/01/1954
65
5.910
COXIXOLA
05/05/1994
66
40
CRUZ DO ESPÍRITO SANTO
07/03/1896
67
2.076
CUBATÍ
30/05/1959
68
4
CUITÉ
27/05/1854
69
5.890
CUITÉ DE MAMANGUAPE
05/05/1994
70
2.685
CUITEGÍ
27/12/1961
71
5.930
CURRAL DE CIMA
05/05/1994
72
3.057
CURRAL VELHO
08/07/1963
73
5.911
DAMIÃO
05/05/1994
74
2.180
DESTERRO
25/10/1959
75
3.050
DESTERRO DE MALTA / VISTA SERRANA
28/06/1963
76
2.655
DIAMANTE
17/01/1962
77
2.141
DONA INÊS
21/06/1959
78
2.658
DUAS ESTRADAS
23/12/1961
79
3.115
EMAS
19/12/1963
80
624
ESPERANÇA
01/12/1925
81
2.661
FAGUNDES
17/01/1962
82
2.690
FREI MARTINHO
17/12/1961
83
5.924
GADO BRAVO
05/05/1994
84
17
GUARABIRA
27/04/1837
85
1.917
GURINHÉM
31/12/1958
86
2.747
GURJÃO
03/01/1961
87
2.041
IBIARA
24/04/1959
88
3.253
IMACULADA
21/01/1965
89
6
INGÁ
13/11/1840
90
63
ITABAIANA
26/03/1891
91
104
ITAPORANGA
11/12/1863
92
2.701
ITAPOROROCA
28/12/1961
93
2.603
ITATUBA
06/12/1961
94
2.604
JACARAÚ
08/12/1961
95
2.097
JERICÓ
10/05/1959
96
Carta Régia
JOÃO PESSOA
05/08/1585
97
2.146
JUAREZ TÁVORA
18/07/1959
98
1.747
JUAZEIRINHO
30/07/1957
99
2.680
JUNCO DO SERIDÓ
24/12/1961
100
2.673
JURIPIRANGA
27/12/1961
101
2.656
JURU
22/12/1961
102
2.663
LAGOA
17/01/1962
103
2.614
LAGOA DE DENTRO
22/12/1961
104
3.133
LAGOA SECA
05/01/1964
105
3.048
LASTRO
17/06/1963
106
2.625
LIVRAMENTO
20/12/1961
107
5.916
LOGRADOURO
05/05/1994
108
2.664
LUCENA
23/12/1961
109
2.686
MÃE  D’ÁGUA
27/12/1961
110
985
MALTA
09/11/1953
111
1
MAMANGUAPE
25/10/1855
112
2.657
MANAÍRA
17/01/1962
113
5.913
MARCAÇÃO
05/05/1994
114
1.862
MARÍ
25/09/1958
115
5.915
MARIZÓPOLIS
05/05/1994
116
3.308
MASSARANDUBA
13/05/1966
117
3.047
MATARACA
17/06/1963
118
5.893
MATINHAS
05/05/1994
119
5.891
MATO GROSSO
05/05/1994
120
6.175
MATURÉIA
14/12/1995
121
2.618
MOGEIRO
13/12/1961
122
3.088
MONTADAS
15/10/1963
123
2.608
MONTE HOREBE
07/12/1961
124
457
MONTEIRO
28/06/1872
125
2.074
MULUNGÚ
03/04/1959
126
2.601
NATUBA
06/12/1961
127
2.659
NAZAREZINHO
23/12/1961
128
2.077
NOVA FLORESTA
07/05/1959
129
2.668
NOVA OLINDA
23/12/1961
130
3.102
NOVA PALMEIRA
15/11/1963
131
2.670
OLHO D’ÁGUA
23/12/1961
132
2.706
OLIVEDOS
29/12/1961
133
2.615
OURO VELHO
16/12/1961
134
5.887
PARARÍ
05/05/1994
135
2.679
PASSAGEM
24/12/1961
136
Decreto
PATOS
13/12/1832
137
2.666
PAULISTA
23/12/1961
138
3.152
PEDRA BRANCA
07/04/1964
139
1.944
PEDRA LAVRADA
14/01/1959
140
895
PEDRAS DE FOGO
14/03/1953
141
Decreto
PIANCÓ
11/12/1831
142
599
PICUÍ
18/03/1924
143
800
PILAR
08/10/1885
144
916
PILÕES
22/08/1953
145
3.128
PILÕEZINHOS
29/12/1964
146
978
PIRPIRITUBA
02/12/1953
147
2.671
PITIMBÚ
23/12/1961
148
986
POCINHOS
21/12/1953
149
5.931
POÇO DANTAS
05/05/1994
150
5.914
POÇO DE JOSÉ DE MOURA
05/05/1994
151
Carta Régia
POMBAL
22/07/1766
152
1.147
PRATA
01/03/1955
153
705
PRINCESA ISABEL
03/11/1880
154
2.611
PUXINANÃ
22/12/1961
155
2.622
QUEIMADAS
16/12/1961
156
3.170
QUIXABA
05/06/1964
157
1.667
REMÍGIO
16/03/1957
158
5.886
RETIRO / PEDRO RÉGIS
05/05/1994
159
5.888
RIACHÃO
05/05/1994
160
5.920
RIACHÃO DO BACAMARTE
05/05/1994
161
5.892
RIACHÃO DO POÇO
05/05/1994
162
5.885
RIACHO DE SANTO ANTONIO
05/05/1994
163
2.675
RIACHO DOS CAVALOS
20/01/1962
164
1.622
RIO TINTO
11/12/1956
165
2.676
SALGADINHO
24/12/1961
166
2.610
SALGADO DE SÃO FÉLIX
10/12/1961
167
6.176
SANTA CECÍLIA
14/12/1995
168
2.707
SANTA CRUZ
29/12/1961
169
2.616
SANTA HELENA
13/12/1961
170
5.908
SANTA INÊS
05/05/1994
171
410
SANTA LUZIA
24/11/1871
172
10
SANTA RITA
09/03/1890
173
2.677
SANTA TEREZINHA
24/12/1961
174
3.095
SANTANA DE MANGUEIRA
20/11/1963
175
2.672
SANTANA DOS GARROTES
24/12/1961
176
5.909
SANTARÉM
05/05/1994
177
5.906
SANTO ANDRÉ
05/05/1994
178
5.933
SÃO BENTINHO
05/05/1994
179
2.073
SÃO BENTO
29/04/1959, publicada no Diário Oficial de 03/05/1959
180
5.902
SÃO DOMINGOS DE POMBAL
05/05/1994
181
5.903
SÃO DOMINGOS DO CARIRI
05/05/1994
182
5.907
SÃO FRANCISCO
05/05/1994
183
540
SÃO JOÃO DO CARIRI
15/11/1831
184
727
SÃO JOÃO DO RIO DO PEIXE
08/10/1881
185
2.749
SÃO JOÃO DO TIGRE
04/01/1962
186
3.098
SÃO JOSÉ DE CAIANA
08/11/1963
187
2.687
SÃO JOSÉ DE ESPINHARAS
27/12/1961
188
2.149
SÃO JOSÉ DE LAGOA TAPADA
29/07/1959
189
5.897
SÃO JOSÉ DE PILAR / SÃO JOSÉ DOS RAMOS
05/05/1994
190
791
SÃO JOSÉ DE PIRANHAS
24/09/1885
191
5.921
SÃO JOSÉ DE PRINCESA
05/05/1994
192
3.153
SÃO JOSÉ DO BONFIM
07/04/1964
193
4.912
SÃO JOSÉ DO BREJO DO CRUZ
05/05/1994
194
2.682
SÃO JOSÉ DO SABUGÍ
24/12/1961
195
2.662
SÃO JOSÉ DOS CORDEIROS
23/12/1961
196
973
SÃO MAMEDE
05/12/1953
197
2.667
SÃO MIGUEL DE TAIPÚ
23/12/1961
198
2.651
SÃO SEBASTIÃO DE LAGOA DE ROÇA
17/01/1962
199
2.110
SÃO SEBASTIÃO DE UMBUZEIRO
10/05/1959
200
627
SAPÉ
01/12/1925
201
2.660
SERIDÓ
23/12/1961
202
2.065
SERRA BRANCA
27/04/1959
203
1.962
SERRA DA RAIZ
24/01/1959
204
2.619
SERRA GRANDE
14/12/1961
205
992
SERRA REDONDA
21/12/1953
206
26
SERRARIA
24/12/1893
207
5.918
SERTÃOZINHO
05/05/1994
208
5.927
SOBRADO
05/05/1994
209
967
SOLÂNEA
28/11/1953
210
791
SOLEDADE
24/09/1885
211
5.901
SOSSEGO
05/05/1994
212
28
SOUSA
10/07/1854
213
513
SUMÉ
10/02/1951
214
829
TAPEROÁ
06/10/1886
215
2.150
TAVARES
11/09/1959
216
550
TEIXEIRA
05/09/1874
217
5.889
TENÓRIO
05/05/1994
218
2.637
TRIUNFO
22/12/1961
219
972
UIRAÚNA
05/12/1953
220
15
UMBUZEIRO
02/05/1890
221
2.683
VÁRZEA
24/12/1961
222
5.904
VIEIRÓPOLIS
05/05/1994
223
5.919
ZABELÊ
05/05/1994

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