este

src="http://www.google.com/friendconnect/script/friendconnect.js">

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

FAMÍLIA DANTAS

OS DANTAS DA SERRA DO TEIXEIRA
UM POUCO DE SUA HISTÓRIA


Fábio Lafaiete Dantas

O homem não nasceu da noite para o dia. Nasceu num contexto histórico específico, com qualidades históricas específicas e, portanto, só é completo quando tem relações com essas coisas. Se um indivíduo cresce sem ligação com o passado, é como se tivesse nascido sem olhos nem ouvidos e tentasse perceber o mundo exterior com exatidão. É o mesmo que mutilá-lo.
(Carl Jung)

A presença dos Dantas na Serra do Teixeira, segundo a tradição oral, remonta ao século XVIII, quando chegaram à região quatro portugueses que logo se dispersaram: Inácio, o mais jovem regressou a Portugal, dois foram para Currais Novos, RN e Antônio que, casando-se com a bela Josefa, permaneceu no local, tornando-se dono de terras e de escravos. Em homenagem ao jovem que regressou a Portugal, o nome “Inácio” iria se repetir em algumas gerações dos descendentes de Antônio.


Segundo José Adelino Dantas (1977), dados comprovados mostram que o português José Dantas Correia (I) e sua esposa, a paraibana Isabel da Rocha Meireles, constituem as raízes dos Dantas da Serra do Teixeira. Eram eles senhores do Engenho Fragoso, localizado nas proximidades do Recife, conforme documentação disponível. Sua descendência ajudou a povoar os sertões da Paraíba e do Rio Grande do Norte, a partir de 1710. Um de seus filhos, Caetano Dantas Correia (1710-1797), constituiu a origem da família Dantas na região do Seridó. Outro filho, também de nome José, aqui referido como José Dantas Correia (II), vai constituir o tronco da família Dantas, na Paraíba.
José Dantas Correia (II) casa-se com Tereza de Góis e Vasconcelos, filha de Lourenço de Góis e Vasconcelos e de Joana de Góis e Vasconcelos. Dessa união resultou um único filho, Antônio, o futuro Alferes Antônio Dantas Correia de Góis, que seus contemporâneos chamam Capitão Anta e o pintam como homem alto e magro, de feição escultural, mas “perfeitamente desleixado abotoando o paletó sem simetria nem ordem, como se fosse o nosso Diógenes. Era major da Guarda Nacional e gostava muito de andar de espada, coisa maravilhosa naqueles bons tempos de simplicidade. Homem de grande força moral e profundo espírito de justiça, ele às vezes castigava um amigo turbulento em proveito do adversário colocando acima das conveniências do partido, a ordem e a lei” (Antônio Farias, 1914).
O Alferes Antônio Dantas Correia de Góis foi casado com Josefa Francisco de Araújo e Almeida, filha de Mariana Francisca Benedita e do português João de Araújo e Almeida, Cavaleiro da Ordem de Cristo, natural do Arcebispado de Braga. Mariana Francisca era filha de Ana Coelho Barreto, da família Gomes Coutinho. O Alferes tornou-se próspero senhor de terras e escravos. Uma de suas fazendas, no município vizinho de São José do Egito, era povoada exclusivamente por escravos e tinha o paradoxal nome de “Piedade”. Em 1795, faz com sua mulher a doação de 24.000 braças quadradas de terras ao Patrimônio da Capela de Santa Maria Madalena, da freguesia do Teixeira. Essas terras serão permutadas, oitenta e seis anos depois, em 1881, por outras melhor localizadas, por seu bisneto, Delmiro Dantas Correia de Góis, filho do Coronel da Guarda Nacional, Dr. Manoel Dantas Correia de Góis. Delmiro era então administrador do Patrimônio de Santa Maria Madalena.
Os quatro filhos do Alferes – Antônio, Lourenço, José e Inácio – tiveram, como o pai, o sobrenome “Góis” acrescido ao “Dantas Correia”. Era também um tributo à avó, Tereza de Góis e Vasconcelos. Antônio Dantas Correia de Góis (Júnior) ordenou-se padre, foi vigário em Teixeira e depois em Patos, nos anos de 1828 a 1852. São suas as primeiras assinaturas do Livro número 1 de batizados da freguesia do Teixeira, de 1843. Era considerado “homem de idéias, um pouco caprichoso, mas pacífico”. Padre Antônio prestou bons serviços à paz e ao progresso da Vila. Faleceu em Patos, em 1852, mas seu corpo foi sepultado na Capela de Teixeira.
O segundo filho do Alferes Antônio Dantas Correia de Góis, Inácio Dantas Correia de Góis, não constituiu família. Morreu no ano de 1860.
Lourenço Dantas Correia de Góis e José Dantas Correia de Góis casaram-se com as  filhas do Capitão Manoel Pereira Monteiro, de Serra Negra do Norte e de Dona Tereza Maria da Conceição. Lourenço e Senhorinha Francisca dos Passos tiveram catorze filhos; José e Maria Isabel dos Passos, Bilinha, geraram quatro filhos. Os filhos dos dois casais manterão o sobrenome “Dantas Correia de Góis”, sem nenhuma referência a “Pereira Monteiro”, mas o segundo  filho de José adota “Monteiro” na composição de seu nome: Antônio Dantas de Góis Monteiro.
Austero e religioso, José vivia da agricultura e da pecuária. “Jamais aceitou cargo público, era alheio completamente ao movimento social”.De seu casamento com Bilinha, houve quatro filhos:

1.      Manoel, Coronel Dr. Manoel Dantas Correia de Góis (1827-1910), casado com Jacinta Augusta Duarte Dantas, filha de Bernardo Duarte, fazendeiro na Paraíba e no Ceará. Jacinta faleceu prematuramente, em 1878. O casal teve catorze filhos. Manoel tendo enviuvado, dedicou-se inteiramente à política, sendo eleito várias vezes deputado e torna-se, pela sua popularidade e grande prestígio, a personalidade mais proeminente da linhagem dos Dantas do Teixeira. Em 1880, foi eleito deputado provincial e presidente da Assembléia. Tal como seu tio Lourenço, Manoel pertenceu ao Partido Liberal. Em 1885 foi eleito deputado geral; em 1888, voltou à Assembléia provincial e em junho de 1889, assume, interinamente, a presidência da Província da Paraíba. Fez parte da Constituinte estadual de 1892, sendo reeleito deputado estadual em 1896, 1900 e 1904. Em agosto de 1889 é a vez de seu oitavo filho, Dr. Franklin Dantas Correia de Góis, ser eleito deputado geral, também pelo Partido Liberal. No Rio de Janeiro, Franklin presenciará, em novembro, o golpe militar no Campo de Santana, a queda do Império e a fundação da Primeira República.
2.      Capitão Antônio Dantas de Góis Monteiro, casado em primeiras núpcias com Rita de Cássia Pessoa de Mello e em segundas com Idalina Dantas da Fonseca Neves, teve oito filhos dos dois matrimônios.
3.      Benigna Dantas da Silveira, casada com o primo, filho de Lourenço, Ilídio Dantas Correia de Góis (1834-  ?). Ilídio casou-se a segunda vez com Justina Eugênia Ferreira Dantas. Do primeiro casamento houve onze filhos e do segundo, sete.
4.      Casusa, o Alferes José Dantas Correia de Góis Júnior ( ?  – 1876), casado com Maria Senhorinha dos Passos Dantas, Maroca (1844-1926), filha de Lourenço. O casal teve oito filhos. Uma tragédia aconteceu na família: ocupando a função de delegado, em 1876, Casusa foi incumbido de prender, no município de Santa Luzia do Sabugi, o ex-chefe do Partido Conservador e ex-Delegado de Teixeira, Liberato de Carvalho Nóbrega, que devia contas à justiça e estava  homiziado na própria fazenda. Ao chegar aí, o caçula de José foi mortalmente atingido pela pontaria do bacamarte de Liberato.
José Dantas Correia de Góis, acabrunhado e entristecido com o assassinato do filho, falece meses depois, em 1877, nove anos depois de seu irmão Lourenço Dantas Correia de Góis, Casusa deixou viúva, sua prima Maroca, de apenas trinta e dois anos de idade e oito filhos menores:
a)     Belisário Dantas Correia de Góis, o mais velho, com catorze anos;
b)     Josefina Maria dos Passos Dantas, com treze;
c)     Epaminondas Dantas Correia de Góis, com onze;
d)    Liberalina dos Passos Dantas, com sete;
e)     Orlando Dantas Correia de Góis, com cinco;
f)      Maria dos Anjos dos Passos Dantas, com quatro;
g)     Lourenço Dantas de Góis Monteiro, com três e
h)    Josefa dos Passos Dantas (Tia Sinhá), com um aninho de idade.
O sétimo filho de Casusa, Lourenço Dantas de Góis Monteiro (1873-1927) será o pai, dentre outros, do poeta João Dantas Monteiro (1910-1964) e do empresário Arlindo Dantas Monteiro (1918-1980). Este último, a razão de ser do Museu Arlindo Dantas Monteiro.

As terras do Amparo e o Casarão do Jabre

Ao patriarca Lourenço Dantas Correia de Góis pertenceram as terras do Deserto e do Amparo, e outras propriedades adquiridas por compra e por herança de seus pais, o Alferes Antônio Dantas Correia de Góis e Josefa Francisco de Araújo e Almeida.
            Lourenço residiu em Teixeira, na Capital Paraíba e em Patos, onde era advogado e também suplente de juiz municipal. Em 1840, foi eleito deputado provincial pelo Partido Liberal. Como outros de sua época, era admirador da Guarda Nacional, onde ocupou o posto de  Tenente-Coronel (a Guarda Nacional foi criada em 1831, substituindo as antigas Milícias e Ordenanças e tinha como missão defender a Constituição, a Independência do Brasil e a integridade do Império). Nos vários papéis que desempenhou, era sempre tido como “inteligente e ilustrado; pacífico e ordeiro”. Faleceu no ano de 1868.
            Atribui-se a Lourenço a construção, com mão-de-obra escrava, do Açude do Amparo, do engenho e da casa residencial, de frente para o Açude. Essa casa – edificada em data ainda incerta, possivelmente entre os anos de 1820 e 1835 – possui hoje um nome oficial, que é “Casarão do Jabre”. Está situada a pouco mais de 2 km a oeste de Maturéia e a 1,5 km do sopé do Pico do Jabre, ponto culminante da Serra da Borborema. A imponência do Casarão, as enormes dimensões dos tijolos, das telhas, do madeirame e dos espaços, a qualidade superior do material empregado, tudo leva a crer que seu construtor foi um homem bem posicionado economicamente, a exemplo do Dr. Lourenço Dantas Correia de Góis.
Dos filhos de Lourenço e Senhorinha Francisca, apenas dois deles – Ilídio e Felinto – usufruíram da beleza da ambiência da casa, do engenho e do açude. Depois vieram os sobrinhos, Alfredo Dantas Correia de Góis e sua mulher, Benigna dos Passos Dantas. Os filhos do casal Alfredo e Benigna – José Alfredo Dantas, Esmerina dos Passos Dantas, Severina Benigna Dantas, Francisca de Assis Dantas e Adelina dos Passos Dantas – foram criados nesta casa e, como seus antepassados, puderam desfrutar do clima ameno e das belezas do Amparo, até os anos de 1920. Com o falecimento de Alfredo Dantas Correia de Góis, em 1922, o Amparo sofre o infortúnio do mal uso de seus recursos naturais, sendo até descaracterizado em suas dimensões originais, resultado da inoportuna venda de suas melhores terras. A feição original do Casarão, no entanto, manteve-se íntegra, ao contrário do Casarão do Deserto, construído por ancestral de Lourenço, possivelmente pelo primeiro Dantas que chegou à Serra do Teixeira, José Dantas Correia. É deplorável o fato de que a mais antiga moradia dos Dantas do Teixeira tenha sido demolida iconoclasticamente no final do século XX.
O Casarão do Jabre foi habitado, até início dos anos setenta, por José Dantas Correia de Góis, neto de Casusa, e sua mulher, a legendária Biliu, Severina Dantas de Araújo, bisneta de Lourenço. Nesta paisagem magnífica, tendo o Pico do Jabre como fundo, o açude à frente, o Casarão era sempre bem conservado. Ali valorizavam as palmeiras, as belíssimas árvores e os jardins floridos que cultivam com esmero. Ali, reverenciaram a memória de Joel, o filho de sete anos de idade falecido em 1943.
O Casarão do Jabre sedia o recém-criado (1998) Museu Arlindo Dantas Monteiro. A iniciativa de sua fundação e a escolha do nome deu-se, em boa hora, por inspiração da esposa e do filho de Arlindo, Josefa Rodrigues Monteiro, Zelice e Heráclio Dantas Rodrigues.
             Prosseguirá o Museu Arlindo Dantas Monteiro na sua missão de resgatar a história dessa pequena parte do Brasil. Muito há para revelar sobre a presença dos Dantas na Serra do Teixeira Muito mais, entretanto, resta estudar sobre os indígenas, seus primeiros habitantes e sobre os afro-descendentes que ajudaram a construir o passado e o presente de Teixeira, Maturéia, Imaculada, Mãe D’água e adjacências.
            O Museu Arlindo Dantas Monteiro, hoje, revela o passado, com vistas ao futuro!
                                                                                                                                          (Recife, 2002)

22 comentários:

  1. Realmente um lugar lindo, eu tive o privilégio de conhecer e recomendo à todos que são amantes da natureza e da história, Sérvulo Neto!

    ResponderExcluir
  2. Será que consigo a história dos Dantas de Currais Novos? meus agradecimentos antecipados.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, faço parte do ramo dos Dantas aqui na serra do Teixeira- PB, mas, acho que a família eh a mesma!

      Heráclio Dantas

      Excluir
  3. Eu sou paraibano mais sou descendente de Caetano Dantas Correia.

    ResponderExcluir
  4. Minha Bisavô, Maria Olivia Dantas de Tuiuiu (Jardim do Seridó-RN), filha de Luzia Enedina Dantas era dos Dantas de Teixeira e eles são descendentes de Caetano Dantas Correia, o patriarca dos Dantas de Carnauba.
    Eliton Medeiros

    ResponderExcluir
  5. Olá pessoal,
    Boa noite!
    Estou fazendo uma pesquisa sobre o tenente Alfredo Dantas Correa de Góes. Vocês possuem alguma informação sobre ele? Algum dado?
    Ajudaria muito! Muito obrigada!
    Vivian Galdino

    ResponderExcluir
  6. rosdrigo ferreira dantas9 de julho de 2012 18:28

    Esse artigo me ajudou demais na minha genealogia

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Rodrigo, este material foi o pontapé inicial para a geração do livro " OS DANTAS DA SERRA DO TEIXEIRA UM POUCO DE SUA HISTÓRIA" o qual dispomos aqui no Casarão do Jabre - Maturéia-PB ou através de heracliodantas@gmail.com ..

      Excluir
  7. minha mae era Maria das dores dantas,nascida em croas limpas no ano de 1927,filha de manoel francisco dantas e maria candida da conceicao. tinha eu oenso que foi 13 irmaos e irmas, nao estou toalmente certa do Numero de filhos que tiveram meus avos maternos,nunca cheguei a conhece-los mas me encantaria saber mais.meu nome de solteira giselda pereira da silva. obrigada por esta vasta informacao.

    ResponderExcluir
  8. FICO FELIZ EM PERTENCER A ESSA FAMÍLIA MARAVILHOSA, SOU DA FAMÍLIA DOS DANTAS DE TEIXEIRA. PARABÉNS PELO O BLOG.

    ResponderExcluir
  9. TAMBÉM FAÇO PARTE DESSA FAMÍLIA QUE REALMENTE FEZ HISTÓRIA, MINHA MÃE SE CHAMAVA TERZA DANTAS MONTEIRO E ERA A FILHA MAIS NOVA DO PATRIARCA DO CASARÃO DO JABRE O SR. LOURENÇO DANTAS DE CORREIA GOES E A SR. SENHORINHA FRANCISCA DOS PASSOS MONTEIRO. NÃO CONHEÇO O CASARÃO MAS PRETENDO VISITAR PARA VER A CASA EM QUE MINHA MÃE NASCEU E VIVEU SUA INFÃNCIA. JÁ VI FOTOS DA CASA E DAS PAISAGENS BELÍSSIMAS QUE A TORNAM UM LUGAR ACONCHEGANTE E POR QUE NÃO DIZER, MAIS PERTINHO DO CÉU.
    GOSTARIA MUITO DE CONSEGUIR VER FOTOS ANTIGAS DOS MEUS AVÓS E DE SEUS FILHOS. AGRADEÇO A DEUS POR ME PERMITIR SER DA FAMÍLIA DANTAS, ME SINTO HONRADA PORISSO.

    ResponderExcluir
  10. Sou Armando de Melo Dantas, filho de Demétrio Archanjo Dantas, nascido no Sítio Garrote, na épocaa município de Acarí, hoje município de Carnaúba dos Dantas-RN, meu bisavô paterno era Manoel Pedro de Araújo que foi casado com Ana Maria da Conceição, donos da fazenda Riacho Fundo, na divisão com Rio Grande do Norte/Paraíba, com orgulho de pertencer a esta tão importante família dos Dantas, que tanto contribuiu para o engradecimento do Nordeste e do Brasil, fico feliz em saber que alguém se preocupa em divulgar a nossa origem. A Fazenda do Rianho Fundo, continua intacta e hoje é administrada por Irene Dantas, neta do meu Bisavô. Gostaria de receber mais inforamções sobre os Dantas: meu Email-armandomelo55@uol.com.br

    ResponderExcluir
  11. Minha avó nasceu em Jardim do Seridó 1925, sua mãe se chamava Ana Liberalina da Conceição que casou com Francisco Cassote Dantas. Gostaria de saber sobre o paredeiro de seus irmãos, ou seja, Pedro Cassote Dantas, Josias Cassote Dantas, Maria Amália Dantas, Celso Cassote Dantas, entre outros... Família Cassote com Família Dantas. Aguardo contato. Até mais!

    ResponderExcluir
  12. Eu sou muito curiosa para saber a minha genealogia . Pesquiso tudo que posso , porém , sei pouco . Meu avó é Reginaldo Gonçalvez Dantas , filho de Maria Dantas com Epitácio Brunet . Agradeço as informaçoes pois sei que foram muitp uteis !
    Um abraço aos Dantas ,
    Larissa Dantas

    ResponderExcluir
  13. Sou genuinamente Dantas por exelencia! Filho de Macedo Dantas , filho de Manoel Balbino Dantas e Isabel Maria da Conceição naturais de Carnauba dos Dantas

    ResponderExcluir
  14. (sou Rodrigo Ferreira Dantas Naascido e criado em Patos-pb) Esse Estudo me ajudou muito ,ha quase seis anos pesquiso minha genealogia e através do site new.familysearch.org traço minha arvore e pelo ramo dos Dantas Cheguei até o patriarca Adão sou bisneto de Maria Das Neves Dantas filha de Maria Dos Anjos Dos Passos Dantas neta de josé Dantas Correa de Góis júnior que por su avez é filho de josé Dantas correa de góis filho de antonio dantas correa de góis,filho de josé dantas correa e filho de jose dantas correa,filho de antonio dantas correa filho de belchior de antas correa filho de predro vaz de antas........ e por ai vai! quem pertencer a esse ramo da família Dantas saiba que faz parte da linhagem de sangue de nosso Salvador Jesus Cristo por causa de sua mae Maria e sua avó Ana somos parentes de Cristo! eu tenho 125 gerações em minha árvore e sempre que posso busco preencher as ramificações também é ótimo sabermos nossas origens

    ResponderExcluir
  15. Muito legal mesmo saber dessas historias, meu dantas e de sao joao do rio do peixe, da linhagem dos dantas rothea, portugues, o qual dizem que e primo de caetano dantas correia do rio grande do norte..eu queria saber mais sobre essa ligação

    ResponderExcluir
  16. Eu tenho orgulho de ser uma Dantas, sou neta de Moisés Dantas Silva que residia no Piauí. Filha de Mirian de Maria Mendes Dantas. Alguém sabe informar outros ancestrais desta linhagem?

    ResponderExcluir
  17. estou a procura de familiares de meu pai vicente malcino dantas, so tenho informacao que seu irmao se chama tiburcio dantas se alguem tiver alguma infornacao, sandrodan23@hotmail.com

    ResponderExcluir
  18. Oi! gente me chamo Licia Dantas,e fiquei muito orgulhosa em ler tudo que vi aqui,um grande abraco a todos ; )

    ResponderExcluir
  19. Adorei ler um pouco da origem da família Dantas, sou João Dantas Fernandes Júnior, sou filho de João Dantas Fernandes, meu pai nasceu em Apodi-RG, se alguém souber mais alguma coisa sobre a arvore genealógica de meu pai eu agradeço, meu e-mail é cristaldantas@uol.com.br
    Abraço a toda família Dantas

    ResponderExcluir
  20. Anonima 23 de fevereiro de 2014 00:13
    Estou a procura de filhos ou netos de Ermenegildo Antenor Dantas. So de sei que ele e natural de Barbalha - Ceara. inf. varaujoleal@yahoo.com.br

    ResponderExcluir

PESQUISA NO SITE